Soneto do CoretoEu coro com a maior alegria
E a gente no coro de prazer
Do coreto, a tão bela praça
No soneto feito de graça.
A gente circula em compasso
A gente se esbanja na saudade
A melodia que tem sinceridade
É a dos versos que feliz faço.
E a gente cintila no ar, dança
Faz a vida parecer uma criança
Escreve poesia e nunca se cansa.
Faz na noite a valsa mais bonita
A serenata marcante e bendita
E a Belo Horizonte sempre infinita.
Texto: João Lenjob
Imagem: Andreza Nazareth


Morreu hoje de madrugada, João Lenjob, escritor ilustre de Nova Era, que estava vivenciando e produzindo em Belo Horizonte.
ResponderExcluirUm otimista nato, atleticano convicto e um grande entusiasta da cultura, que sempre imprimia algo de suas raízes para dar mais alegria e poesia aos ares de BH.
Fica a saudade dos amigos e sua obra, desde o blog Castelo Do Poeta, até a revistas Versos e Traços, na qual contribuiu com o nascimento.
Nosso tributo pela honra de sua amizade, calorosas partidas de xadrez, regadas a cerveja e cuba libre, no Xok-Xok (Maleta), além das reuniões para discutir projetos e formas de aprimorar e manter o que há de bom na cultura mineira, belorizontina e de sua terra natal, Nova Era.
Muitos diriam: descanse em paz, João Lenjob.
Eu diria: voe livre e inspire mentes e corações famintos de arte e poesia!!!!