CírculosCírculos aos olhares
Ondas que correm aos céus
E brincam de cair no chão
E de voltar aos céus
Numa forma concreta de sonhar
Ou num jeito poético de desenhar
Círculos que encostam na vida
E jorram cintilantes a arquitetura
Na mineiridade capital
Na graciosidade abstrata
Na tão nobre e evidente escultura
Parábolas que pulam ao vento
Fazendo inertes as atenções
Circulando todos os corações.
Texto: João Lenjob
Imagem: Andreza Nazareth


Nenhum comentário:
Postar um comentário