LiberdadeA liberdade que serviu quimera
Quisera em outrora esquecida
Com a dedicação de tantos sonhos
E a imaginação que não coubera
Quisera o meu amor tão infinito
Repleto de esperança e vida intensa
Que contornando a vida em belos traços
Quisera os traços virarem poesia
Da liberdade em hino vão, constante
Em sonho inconfidente, são e eterno
Passada a luz do dia, todavia
Vertencias das vertentes sempre mais
Quisera o meu amor nascer de novo
Sem a liberdade de um encanto só
Quisera eu não pudesse amar de novo
Mineiro tanto sou, tanto escolhi.
Texto: João Lenjob
Arte: Andreza Nazareth


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