Sou da VidaOlho com um prazer que zelo tanto
Quero-te com um dever que por enquanto
(Não aparece outro - Não cresce a fila)
Não desonro o meu nome, pois não o tenho
Esqueço-te outro dia mesmo te tornando eterno
Pois me foste durante à noite que esperei a beber
Então desejo-te todavia e até me arrisco numa poesia
Pois sou da vida, mas sei ler, escrever
Sou mulher de uma noite que pode ter sido a a tua maior
E agora num desabafo olho-te, tentando esquecer-te
Enquanto não me olhas novamente a minha mesa de bar é a maior
E a minha bebida saceia a vontade de ter-te mais uma vez.
Arte: Andreza Nazareth
Texto: João Lenjob


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