As CasasEram casas, tão companheiras
Que ditam tudo e não são nada
De um espaço, sereno, dicreto e puro
De uma noite que nunca passa
Se são igrejas, cômodos, lojas eternas
Museus, hotéis, chalés, são tanta coisa
São diferentes e tão iguais
São somente nossas e universais
No vira dia, que tão escuro
Eu aprecio, as tais das casas
Elas parecem me olhar contentes
Pois que escrevo a poesia
Que elas fazem, que elas são
Tão desenhadas, vivas e reais.
Arte: Andreza Nazareth
Texto: João Lenjob


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