Soneto do CoretoEu coro com a maior alegria
E a gente no coro de prazer
Do coreto, a tão bela praça
No soneto feito de graça.
A gente circula em compasso
A gente se esbanja na saudade
A melodia que tem sinceridade
É a dos versos que feliz faço.
E a gente cintila no ar, dança
Faz a vida parecer uma criança
Escreve poesia e nunca se cansa.
Faz na noite a valsa mais bonita
A serenata marcante e bendita
E a Belo Horizonte sempre infinita.
Texto: João Lenjob
Imagem: Andreza Nazareth


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